Meu primeiro livro com a Nova Ortografia
Logo no início do ano, foi fácil perceber que a maioria das publicações jornalísticas no Brasil, incluindo tanto os meios online quanto impressos, aderiram à Nova Ortografia. Era algo, sem dúvida, de se esperar, observando-se a necessidade de popularizar a nova forma de escrita.
Apesar do esforço da publicação semanal que leio assiduamente (quem viu Meus Hábitos de Leitor sabe qual é), a Reforma Ortográfica ainda não era uma realidade absoluta para mim. Precisei de algo mais para, digamos, acordar e perceber a realidade da aposentadoria do trema.
Há algumas semanas atrás, fiz um pedido de livros pela internet. Um deles era "Magia e Técnica, Arte e Política - Obras Escolhidas - Vol.1", de Walter Benjamin, publicado pela Editora Brasiliense. Foi o primeiro, inclusive, escolhido por mim para ser folheado. O susto veio quando li o título do primeiro capítulo:
"O surrealismo - O último instantâneo da inteligência europeia"
Quando vi o europeia, sem acento, parei. Respirei fundo. Li novamente. Calma. Respirei fundo novamente.
Percebi que tinha acabado de adquirir meu primeiro livro adaptado à Nova Ortografia.
Apesar do esforço da publicação semanal que leio assiduamente (quem viu Meus Hábitos de Leitor sabe qual é), a Reforma Ortográfica ainda não era uma realidade absoluta para mim. Precisei de algo mais para, digamos, acordar e perceber a realidade da aposentadoria do trema.
Há algumas semanas atrás, fiz um pedido de livros pela internet. Um deles era "Magia e Técnica, Arte e Política - Obras Escolhidas - Vol.1", de Walter Benjamin, publicado pela Editora Brasiliense. Foi o primeiro, inclusive, escolhido por mim para ser folheado. O susto veio quando li o título do primeiro capítulo:
"O surrealismo - O último instantâneo da inteligência europeia"
Quando vi o europeia, sem acento, parei. Respirei fundo. Li novamente. Calma. Respirei fundo novamente.
Percebi que tinha acabado de adquirir meu primeiro livro adaptado à Nova Ortografia.




5 comentários:
ainda não consegui me acostumar com a IDEIA...
Mariana,
É realmente difícil se acostumar. Para mim, o pior não é nem a perda do acento em alguns ditongos, mas o do acento diferencial. Ah, sim, o trema também fará falta...
Abraços!
É eu também ainda não consegui me acostumar com essa nova forma de escrever. O hífen, que já era complicado, agora só piorou rsrsrs
Leo...
realmente muitos veem dificuldades na adaptação desta novas ideia..rsrs...me assusto constantemente.
Lu e Luciana,
Realmente, a adaptação está sendo um tanto difícil. Sei, apenas, que até o final do semestre eu serei obrigado a me adaptar. No blog, inclusive, já comecei praticando um pouco.
Abraços!
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