Editoras brasileiras se preparam para os e-books
Os aparelhos para leitura de e-books, como o Kindle ou Sony Reader, limitam-se ainda aos Estados Unidos - principalmente - e Europa. Não há, portanto, previsão para sua chegada no Brasil. Apesar disso, trata-se de um assunto já pensado pelas aditoras brasileiras, imaginando uma certa potencialidade do mercado de livros eletrônicos por aqui.Assim que surgiram os primeiros leitores de e-books, há três anos, os contratos assinados entre escritores e editoras já incluíam o direito de distribuição em formato digital. As editoras, inclusive, afirmam já poder reproduzir, em forma de e-book, os livros de seu catálogo.
"Temos arquivos digitais de tudo, estamos muito preparados para distribuir 100% do nosso catálogo principal", diz Mauro Palermo, diretor-executivo da Nova Fronteira. "A adesão do leitor será rápida porque a plataforma é irresistível. Inicialmente, a distribuição continuará sendo feita pelos parceiros livreiros. E ganharão muito os que têm uma boa loja.com."No entanto, as editoras admitem que há problemas na disponibilização dos e-books. Elisa Braga, diretora de produção da Companhia das Letras, diz que os leitores existentes são pouco práticos. Segundo ela, um aparelho que é fabricado somente para leitura não vai ser atrativo para o brasileiro.
Informações retiradas da matéria de Eduardo Simões, da Folha de São Paulo. Via Herdeiro do Caos.




1 comentários:
Hoje em dia em que um só aparelho faz quase tudo, também acho difícil um leitor de e-book vingar se o preço não for bem camarada.
Fora que o cheiro da folha, o toque, tudo o que um livro de papel oferece é irrestível!
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