Condenado a escrever um livro
Um juiz dos Estados Unidos, do Distrito de Columbia, sentenciou um ex-executivo farmacêutico a escrever um livro.
Andrew G. Bodnar, vice-presidente da Bristol-Meyers Squibb, foi considerado culpado por fazer declarações fiscais falsas ao governo federal. Por isso, condenado a permanecer dois anos em liberdade condicional, deverá escrever um livro durante esse período explicando sua experiência relacionada ao caso. Além disso, pagará uma multa de 5 mil dólares.
A ideia seria fazê-lo refletir sobre seus atos através da escrita. De fato, trata-se de algo interessante. Mas desde quando fazer alguém escrever seria uma punição? Ao menos, como ato reflectivo, deve funcionar.
Mais informações no artigo do The New York Times. Via Nosololivros.




5 comentários:
Punição definitivamente não é, mas considero uma excelente sentença.
Reabilitação é tão importante quanto punição. E concordo que foi uma excelente sentença.
que lindo!
Acho ótima esse tipo de pena.Se realmente o cidadão resolver aprender, será ótimo.. porque senão de nada valeu. Como o ser Humano é difícil, não sei?
Medida muito interessante, a considerar que o objetivo do poder público e da lei não é punir, simplesmente, mas também educar.
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