Leya no Brasil - 20 títulos até o final do ano
Como já foi bastante noticiado na internet há alguns dias, a Leya, considerada o maior grupo editorial português, anunciou sua entrada no mercado brasileiro. Já em setembro terá se instalado na cidade de São Paulo, de onde uma equipe composta por 15 profissionais dará continuidade à pretensão de posicionar-se como marca internacional da língua portuguesa. Por isso, além de Portugal, a editora já atua em Angola e Moçambique. A aposta no Brasil deve-se, portanto, ao ambicioso projeto de publicar na maior parte dos países de língua portuguesa.
Segundo Pascoal Soto, diretor editorial da Leya no Brasil, entrevistado para o Vísceras por e-mail, pretende-se publicar ao menos 20 títulos até o final do ano. Nos dois anos seguintes, serão 200 livros. O que gera alguma dúvida, no entanto, é em relação aos escritores que em Portugal têm livros publicados pelo Grupo Leya - como é o caso de José Saramago e António Lobo Antunes, por exemplo - e no Brasil por outras editoras. Sobre isso, Pascoal demonstra não pretender instalar uma disputa por tais escritores: "Há vários grandes autores portugueses que são e continuarão sendo muito bem editados por suas respectivas editoras brasileiras. Mas é verdade também que existe um grande número de ótimos autores portugueses que não são publicados no Brasil. Estamos muito atentos a eles".
O primeiro livro publicado no Brasil pela editora, no entanto, não será de um escritor português. "O marco zero da Leya será o livro O Rastro do Jaguar, de Murilo Carvalho", diz Pascoal. O escritor brasileiro venceu em 2008 a primeira edição do Prêmio Leya para romances inéditos. Em seguida, já em outubro, será distribuído às livrarias o novo livro O Planalto e a Estepe, do angolado Pepetela.
Percebe-se, facilmente, que o Grupo Leya chega ao Brasil com vontade de competir no mercado editorial, publicando "em todas as principais linhas editoriais compreendidas nos gêneros ficção e não ficção, nacionais e estrangeiras". Ousado? Bem, trata-se da Leya.
Segundo Pascoal Soto, diretor editorial da Leya no Brasil, entrevistado para o Vísceras por e-mail, pretende-se publicar ao menos 20 títulos até o final do ano. Nos dois anos seguintes, serão 200 livros. O que gera alguma dúvida, no entanto, é em relação aos escritores que em Portugal têm livros publicados pelo Grupo Leya - como é o caso de José Saramago e António Lobo Antunes, por exemplo - e no Brasil por outras editoras. Sobre isso, Pascoal demonstra não pretender instalar uma disputa por tais escritores: "Há vários grandes autores portugueses que são e continuarão sendo muito bem editados por suas respectivas editoras brasileiras. Mas é verdade também que existe um grande número de ótimos autores portugueses que não são publicados no Brasil. Estamos muito atentos a eles".
O primeiro livro publicado no Brasil pela editora, no entanto, não será de um escritor português. "O marco zero da Leya será o livro O Rastro do Jaguar, de Murilo Carvalho", diz Pascoal. O escritor brasileiro venceu em 2008 a primeira edição do Prêmio Leya para romances inéditos. Em seguida, já em outubro, será distribuído às livrarias o novo livro O Planalto e a Estepe, do angolado Pepetela.
Percebe-se, facilmente, que o Grupo Leya chega ao Brasil com vontade de competir no mercado editorial, publicando "em todas as principais linhas editoriais compreendidas nos gêneros ficção e não ficção, nacionais e estrangeiras". Ousado? Bem, trata-se da Leya.





11 comentários:
Que venha, quanto mais melhor. Que traga bom títulos com conteúdo, só enriquesse.
Se vierem bons títulos, publicação de qualidade...que viva a lei do mercado!
abçs e bom findi :)
Gostaria de saber se a Leya vai atuar também no segmento de didáticos e literatura infantil.
Cruzes! Aprovação de comentários? Censura aqui?
Olá, Anônimo.
Não se trata de censura. Coloco moderação de comentários para posts antigos. Assim, posso saber quando surge algum novo e responder. O objetivo principal é esse. Mas, de qualquer forma, vez ou outra acontece algum caso de comentário ofensivo que, claro, não é aprovado.
Críticas e opiniões, por outro lado, são sempre bem vindas.
Em relação à Leya, acredito que ela atuará sim. Ao menos, no segmento de literatura infantil. Esperaremos para saber.
Abraços!
Solicito informar como posso adquirir o livro " Guia politicamente incorreto da história do Brasil", de Leandro Narloch. Grato
Fico muito feliz por este pool de editoras estar aportando no Brasil. Novas editoras ampliam o leque de autores editados no país
Conheço um amigo que foi gentilmente rejeitado pela editora Leya e fico pensando o que essa Editora realmente quer...Sei que há muita porcaria por aí, e como tem! Mas de quem falo ainda vai ser o maior escritor desse país!Sou fã de Gabriel Garcia Marques e quem conhece boa literatura sabe do que se trata. Pois digo que esse meu amigo faz frente ao Gabriel...Por isso fiquei frustada quando soube que a Leya o rejeitou. Pensando bem, ele não é o primeiro , nem será o último gênio a ser rejeitado nesse país....Bola pra frente, amigo. Seu lugar está, com certeza, guardado.
Bom que a LEYA esteja no Brasil.
Mais chances para o talento brasileiro.
Pelo menos ela está acreditando em Dragões de Éter! esse sim é um livro de fantasia escrito por um autor brasileiro, que faz frente à muitos importados!!
Espero ansiosa as edições brasileiras dos tîtulos que a Leya vende em Portugal. Por exemplo, O CLUBE DO TRICO DE SEXTA A NOITE, entre tantos outros que ainda não temos aqui.
Nina R. Mega
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