domingo, 10 de janeiro de 2010

Fino e dobrável




Mais um novo leitor no mercado: Skiff Reader.

Tem touch screen de onze polegadas e meia; 4GB de memória; conexão wi-fi e 3G; permite ouvir música ou audiolivros.

E agora? O que servirá de sanitário aos poodles?


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Via Blogtailors

2 comentários:

André HP 24 de janeiro de 2010 20:16  

Qual o sentido de ser drobável? Nenhum.

Anônimo 24 de fevereiro de 2011 15:49  

Ser leve, fino e dobrável (não rígido), além de aproximar o dispositivo das impressões que o usuário tem ao segurar/manipular um livro/revista (importante para alguns usuários 'conservadores' e resistentes à abandonar a versão impressa), nos permite inferir que sua plasticidade e capacidade de sofrer alguma deformação (acidental ou não), o faz pontuar no quesito segurança; ao contrário dos equipamentos rígidos, que podem quebrar e ter sua telas (vidro) espatifadas, inutilizando o equipamento e até ferindo pessoas.

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Vísceras Literárias - Literatura para o bom leitor

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